Menos passos entre o pedido e o resultado.

Vemos como a sua equipa trabalha de facto, tiramos o que não faz falta e automatizamos o resto.

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A primeira conversa é gratuita.

Três casos reais

  • IA

    Serviços de TI · mais de 100 pessoas

    33 h → 24 min

    As candidaturas têm resposta em minutos, não em mais de um dia.

    70% das candidaturas já não precisam de ser lidas por ninguém. A equipa fala primeiro com quem está interessado, com menos horas de sourcing.

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  • Diagnóstico

    Engenharia · menos de 10 pessoas

    1 em cada 7

    horas de trabalho não contava no custo de nenhum projeto.

    As margens dos projetos pareciam melhores do que eram. Descobrimo-lo antes de a empresa investir no ERP, numa auditoria só de consulta.

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  • Automação

    Relações públicas · equipa pequena

    86%

    dos movimentos do mês resolvidos sem ninguém.

    Uma pessoa tratava à mão de dar nome às faturas e cruzá-las com o extrato. Hoje só decide as exceções, e cada decisão ensina o sistema.

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Serviços de TI · mais de 100 pessoas

O que muda numa empresa em dois anos de trabalho connosco.

O que fizemos

  • Diagnóstico no primeiro mês, com a equipa a trabalhar de verdade.
  • O trabalho passou a viver na ferramenta que já pagavam, com processos escritos e avisos automáticos.
  • Sessões todas as semanas, workshops com casos da própria equipa e coaching da direção.

O que mudou

  • A faturação da empresa cresceu mais de 30% num só ano.
  • A revisão semanal dos clientes passou de 1 hora de trabalho à mão para zero.
  • As contratações internas de 2026 vieram de candidaturas, pelo processo que montámos. Em 2025, nenhuma.
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Quer fazer este diagnóstico na sua equipa?

Enviamos-lhe o guião que usamos no primeiro mês: as perguntas que fazemos e o que observamos.

Por email. Sem newsletter, a não ser que a peça.

A primeira conversa é com a Marta Matos, fundadora.

Desde 2014 que a Marta trabalha do lado de quem tem de pôr as coisas a funcionar, em gestão, vendas e marketing. Passou por empresas tão diferentes como uma de software para cientistas de dados e outra de comércio em Taiwan. Conhece por dentro o que trava cada área, e quando uma equipa lhe conta onde perde tempo, quase sempre já viu aquilo de perto.

Há sempre uma solução, seja qual for o orçamento. E quando há IA, há sempre uma pessoa a decidir.

O que acontece nos 30 minutos

Conte-nos onde a sua equipa perde tempo e vemos juntos se há caminho. Se houver, damos logo uma ideia de como poderia ser. Se não houver, também lho dizemos. É uma conversa para explorar, sem compromisso.

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Marta Matos, fundadora da Zeno

Nem sempre a resposta é IA

Primeiro arrumamos o processo e usamos o que as ferramentas já fazem. A IA entra quando compensa, e há sempre uma pessoa a decidir.

  1. Diagnóstico

    Feito no terreno, com quem faz o trabalho, para perceber onde a equipa perde tempo.

  2. Arrumar

    Começamos pelo que a equipa já paga e já conhece. Só sugerimos uma ferramenta nova quando a atual não chega.

  3. Construir

    O que falta: automações, dashboards, agentes de IA, Odoo, sistemas comerciais.

  4. Formar

    Sessões individuais todas as semanas, formação com casos reais da equipa e guias de uma página por processo em vez de manuais.

O que dizem os clientes

O que mais me impressionou foi terem otimizado o que já tínhamos, em vez de nos empurrarem para ferramentas novas e caras.

Managing Director

A Zeno ajudou-nos a definir prioridades e montou fluxos de trabalho à medida dos nossos recursos limitados (...).

Founder & CEO

Formas de trabalhar

Depois da primeira conversa, combinamos o formato que faz sentido para a sua equipa.

Depois de cada entrega recomendamos sempre um período de testes e ajustes, para que o que fizemos funcione no dia a dia da equipa. O preço depende do projeto e falamos dele na primeira conversa.

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Perguntas frequentes

Somos pequenos (ou grandes) demais para isto?

Não. Trabalhamos com equipas de 1 a cerca de 500 pessoas. Numa pequena equipa de relações públicas, o trabalho foi tirar horas de tarefas repetidas. Numa empresa de serviços de TI com mais de 100 pessoas, foi pôr a equipa toda a trabalhar no mesmo sistema.

Temos de mudar as ferramentas que já usamos?

Na maior parte dos casos, não. Começamos pelo que a equipa já paga e já conhece. Numa empresa de serviços de TI, a primeira grande mudança foi pôr o trabalho todo a viver na ferramenta de gestão que já tinham, com filtros, tarefas e avisos. Numa empresa de engenharia, o Excel dos orçamentos ficou, porque é lá que quem orçamenta faz as contas e quer continuar a fazê-las. O ERP passa a guardar as propostas, os estados e o histórico. Só sugerimos uma ferramenta nova quando a atual não chega, e explicamos porquê.

Precisamos de ter alguém técnico na equipa?

Não. Construímos nós e formamos quem vai usar, com guias de uma página por processo. Os sistemas mais complexos podem precisar de nós para a manutenção ou para acrescentar o que for surgindo, mas tudo fica do vosso lado.

Quanto tempo da nossa equipa vai ocupar?

Pouco, e combinado à partida. No diagnóstico são entrevistas curtas com quem faz o trabalho e a observação de um dia real. Depois, os testes fazem-se com trabalho verdadeiro (uma proposta real, uma lista de materiais real), por isso o tempo de teste fica também como trabalho feito.

Quanto tempo até vermos resultados?

Depende do tamanho do problema. Uma automação pequena pode ficar a funcionar no próprio dia: numa das equipas que acompanhamos, uma extensão de IA foi identificada numa entrevista, testada e posta a uso em menos de um dia. Um ERP entra por blocos e leva meses. Num projeto de 8 meses, o armazém é o primeiro bloco e as propostas e as compras vêm depois. Combinamos à partida como se mede o resultado. Nessa empresa de engenharia é o tempo de um orçamento: hoje é um mês, o objetivo é duas semanas.

E se a equipa não adotar?

É o risco que mais nos preocupa, por isso o tempo com as pessoas está no plano desde o primeiro dia. Numa das propostas escrevemos "ferramentas são 30%, pessoas são 70%". Na prática há sessões individuais todas as semanas, formação com casos reais da equipa e guias de uma página por processo em vez de manuais. Quando quem vai usar o sistema tem pouco tempo, testamos com o trabalho verdadeiro dessa pessoa (uma proposta real, uma lista de materiais real), e o tempo de teste fica também como trabalho feito.

Como tratam os nossos dados? Assinam NDA?

Sim. O acordo de confidencialidade fica assinado antes de recebermos qualquer documento. As contas e a infraestrutura ficam em nome da empresa (licenças, créditos de IA, bases de dados), para que tudo continue a ser vosso se deixarmos de trabalhar juntos. Quando auditamos um sistema, começamos só em modo de consulta, sem alterar registos. As chaves de acesso nunca ficam no código. E se preferirem aprovar cada alteração antes de o sistema escrever na vossa base de dados, montamos assim.

O que acontece se deixarmos de trabalhar convosco?

Fica tudo convosco. As licenças, as contas de IA e as bases de dados estão em nome da empresa desde o início, e cada processo fica documentado num guia de uma página. Quem vier a seguir, seja da vossa equipa ou de fora, consegue pegar no que existe.

Trabalham com empresas fora de Portugal, ou em inglês?

Sim. Trabalhamos à distância com equipas de qualquer país e já tivemos clientes dentro e fora da Europa. Boa parte da comunicação é por email e mensagens, cada um no seu tempo. Com alguns clientes tudo é feito em inglês: emails, relatórios automáticos e propostas.

A solução tem sempre IA?

Não. Primeiro arrumamos o processo e usamos o que as ferramentas já fazem. A IA entra quando compensa, e há sempre uma pessoa a decidir. Num sistema de despesas, regras fixas tratam a maioria das linhas e a IA só vê o que sobra. Também já propusemos automações que o cliente recusou com boas razões, e essas ficaram de fora.

Como funciona a primeira conversa?

É uma chamada de 30 minutos com a Marta, gratuita e sem compromisso. Serve para perceber onde a equipa perde tempo e se há caminho. Se houver, damos logo uma ideia de como poderia ser e combinamos o formato.

Quanto custa?

Depende do projeto, e falamos disso na primeira conversa. O preço fica por escrito antes de começar, e qualquer trabalho fora do âmbito é orçamentado à parte.

Conte-nos onde a sua equipa perde tempo.

30 minutos com a Marta Matos, fundadora. A primeira conversa é gratuita.

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Prefere escrever? marta.matos@withzeno.com