Somos pequenos (ou grandes) demais para isto?
Não. Trabalhamos com equipas de 1 a cerca de 500 pessoas. Numa pequena equipa de relações públicas, o trabalho foi tirar horas de tarefas repetidas. Numa empresa de serviços de TI com mais de 100 pessoas, foi pôr a equipa toda a trabalhar no mesmo sistema.
Temos de mudar as ferramentas que já usamos?
Na maior parte dos casos, não. Começamos pelo que a equipa já paga e já conhece. Numa empresa de serviços de TI, a primeira grande mudança foi pôr o trabalho todo a viver na ferramenta de gestão que já tinham, com filtros, tarefas e avisos. Numa empresa de engenharia, o Excel dos orçamentos ficou, porque é lá que quem orçamenta faz as contas e quer continuar a fazê-las. O ERP passa a guardar as propostas, os estados e o histórico. Só sugerimos uma ferramenta nova quando a atual não chega, e explicamos porquê.
Precisamos de ter alguém técnico na equipa?
Não. Construímos nós e formamos quem vai usar, com guias de uma página por processo. Os sistemas mais complexos podem precisar de nós para a manutenção ou para acrescentar o que for surgindo, mas tudo fica do vosso lado.
Quanto tempo da nossa equipa vai ocupar?
Pouco, e combinado à partida. No diagnóstico são entrevistas curtas com quem faz o trabalho e a observação de um dia real. Depois, os testes fazem-se com trabalho verdadeiro (uma proposta real, uma lista de materiais real), por isso o tempo de teste fica também como trabalho feito.
Quanto tempo até vermos resultados?
Depende do tamanho do problema. Uma automação pequena pode ficar a funcionar no próprio dia: numa das equipas que acompanhamos, uma extensão de IA foi identificada numa entrevista, testada e posta a uso em menos de um dia. Um ERP entra por blocos e leva meses. Num projeto de 8 meses, o armazém é o primeiro bloco e as propostas e as compras vêm depois. Combinamos à partida como se mede o resultado. Nessa empresa de engenharia é o tempo de um orçamento: hoje é um mês, o objetivo é duas semanas.
E se a equipa não adotar?
É o risco que mais nos preocupa, por isso o tempo com as pessoas está no plano desde o primeiro dia. Numa das propostas escrevemos "ferramentas são 30%, pessoas são 70%". Na prática há sessões individuais todas as semanas, formação com casos reais da equipa e guias de uma página por processo em vez de manuais. Quando quem vai usar o sistema tem pouco tempo, testamos com o trabalho verdadeiro dessa pessoa (uma proposta real, uma lista de materiais real), e o tempo de teste fica também como trabalho feito.
Como tratam os nossos dados? Assinam NDA?
Sim. O acordo de confidencialidade fica assinado antes de recebermos qualquer documento. As contas e a infraestrutura ficam em nome da empresa (licenças, créditos de IA, bases de dados), para que tudo continue a ser vosso se deixarmos de trabalhar juntos. Quando auditamos um sistema, começamos só em modo de consulta, sem alterar registos. As chaves de acesso nunca ficam no código. E se preferirem aprovar cada alteração antes de o sistema escrever na vossa base de dados, montamos assim.
O que acontece se deixarmos de trabalhar convosco?
Fica tudo convosco. As licenças, as contas de IA e as bases de dados estão em nome da empresa desde o início, e cada processo fica documentado num guia de uma página. Quem vier a seguir, seja da vossa equipa ou de fora, consegue pegar no que existe.
Trabalham com empresas fora de Portugal, ou em inglês?
Sim. Trabalhamos à distância com equipas de qualquer país e já tivemos clientes dentro e fora da Europa. Boa parte da comunicação é por email e mensagens, cada um no seu tempo. Com alguns clientes tudo é feito em inglês: emails, relatórios automáticos e propostas.
A solução tem sempre IA?
Não. Primeiro arrumamos o processo e usamos o que as ferramentas já fazem. A IA entra quando compensa, e há sempre uma pessoa a decidir. Num sistema de despesas, regras fixas tratam a maioria das linhas e a IA só vê o que sobra. Também já propusemos automações que o cliente recusou com boas razões, e essas ficaram de fora.
Como funciona a primeira conversa?
É uma chamada de 30 minutos com a Marta, gratuita e sem compromisso. Serve para perceber onde a equipa perde tempo e se há caminho. Se houver, damos logo uma ideia de como poderia ser e combinamos o formato.
Quanto custa?
Depende do projeto, e falamos disso na primeira conversa. O preço fica por escrito antes de começar, e qualquer trabalho fora do âmbito é orçamentado à parte.