Quatro passos, sempre por esta ordem
1. Diagnóstico
Vemos como o trabalho acontece de facto, com quem o faz: entrevistas curtas e a observação de um dia real. Quando auditamos um sistema, entramos só em modo de consulta, sem alterar registos. No fim fica um documento com o que existe, o que falta e por onde começar.
Numa empresa de engenharia, a auditoria mostrou que 1 em cada 7 horas de trabalho não contava no custo de nenhum projeto. A empresa soube-o antes de investir no ERP.
2. Arrumar
Simplificamos o processo com quem o faz e tiramos mais das ferramentas que a empresa já paga e a equipa já conhece. Só sugerimos uma ferramenta nova quando a atual não chega, e explicamos porquê.
Numa empresa de serviços de TI, a primeira grande mudança foi pôr o trabalho todo a viver na ferramenta de gestão que já tinham, com filtros, tarefas e avisos.
3. Construir
Construímos o que falta: automações, dashboards, agentes de IA, ERP ou um sistema comercial. Os testes fazem-se com trabalho verdadeiro, como uma proposta ou uma lista de materiais reais, por isso o tempo de teste conta também como trabalho feito.
Numa pequena equipa de relações públicas, as faturas passaram a tratar-se sozinhas. Num mês, 86% dos movimentos do extrato ficaram resolvidos sem ninguém.
4. Formar
Há sessões individuais todas as semanas, formação com casos reais da equipa e guias de uma página por processo em vez de manuais. Numa das nossas propostas escrevemos “ferramentas são 30%, pessoas são 70%”. O tempo com as pessoas está no plano desde o primeiro dia.
Nem sempre a resposta é IA
A IA entra quando compensa, e há sempre uma pessoa a decidir. Num sistema de despesas, regras fixas tratam a maioria das linhas e a IA só vê o que sobra. Nos concursos públicos, os números são calculados por código e cada total é conferido. A IA escreve as conclusões a partir deles.
Também já propusemos automações que o cliente recusou com boas razões, e ficaram de fora.
Formas de trabalhar
Diagnóstico
Investir tempo no sítio errado custa dinheiro e não traz crescimento. Quando o caso é simples, o levantamento leva poucas horas e faz parte da preparação da proposta. Quando é mais complexo, fazemos uma auditoria aos sistemas, que pode levar de dois dias a um mês.
Projeto
Quando já se sabe o que fazer, construímos com âmbito e preço fechados à partida. Pode ser uma automação, um dashboard, um agente de IA ou a implementação de um ERP. Uma automação pequena pode ficar a funcionar no próprio dia. Um ERP entra por blocos e leva meses. Combinamos à partida como se mede o resultado, e qualquer trabalho fora do âmbito é orçamentado à parte.
Acompanhamento
Para equipas que querem alguém por perto depois da entrega. Combinamos o que entra em cada mês: sessões, ajustes e manutenção dos sistemas, horas de consultoria ou formação.
Formação
Workshops práticos, com a equipa a trabalhar nos seus próprios casos. Ensinamos a pensar o problema. Sem PowerPoint. Pode ser um só workshop ou um programa: numa consultora de TI com mais de 400 pessoas foram 12 workshops de 2 horas, sobre os contactos reais de cada pessoa.
Depois de cada entrega recomendamos sempre um período de testes e ajustes, para que o que fizemos funcione no dia a dia da equipa. O preço depende do projeto e fica por escrito antes de começar. Falamos dele na primeira conversa.
O que fica sempre do lado da empresa
O acordo de confidencialidade fica assinado antes de recebermos qualquer documento. As licenças, as contas de IA e as bases de dados estão em nome da empresa desde o início, e as chaves de acesso nunca ficam no código. Cada processo fica num guia de uma página.
Os sistemas mais complexos podem precisar de nós para a manutenção ou para acrescentar o que for surgindo. Mesmo assim, se deixarmos de trabalhar juntos, quem vier a seguir consegue pegar no que existe.
Conte-nos onde a sua equipa perde tempo.

Prefere escrever? marta.matos@withzeno.com